Depois de ver outra vez ontem, os romances históricos que chegam em maio, hoje eu pesquisar os ensaios e obras de não-ficção sobre a história que chegam este mês cheio de novidades. Do mesmo modo na ficção, o bombardeio é considerável, mas muito curioso: grandes autores, focos clássicos e outros mais recentes, têm encontro marcado nessa seleção. Temos de tudo: desde futebol até várias batalhas; desde os romanos até história de África.
A briga do Vietnã, de Max Hastings (tradução de Gonzalo García, Crítica). Regressa esse jornalista e um dos autores de história militar, juntamente com referência: código civil brasileiro e Atkinson, provavelmente, os mais famosos do instante. E o faz com um tema popular, porém apaixonante: a batalha do Vietnã.
eu tenho vontade, mais depois de ver no ano anterior, a esplêndida série documentário de Ken Burns. O vietnã foi o conflito mais moderno cria divisões extremas do universo ocidental. Max Hastings passou os últimos 3 anos, entrevistando dezenas de participantes de todos os lados, buscando documentos e memórias americanos e vietnamitas pra criar uma história épica de uma luta épica.
Retrata as cenas de Dien Bien Phu, o ataque aéreo do Vietnã do Norte e disputas menos conhecidas, como o banho de sangue em Daido. Aqui estão as realidades vividas da batalha no meio da selva, e os campos de arroz que mataram 2 milhares de pessoas.
- 5 O primeiro triunvirato
- Roubos em uma corrida: 955
- dezesseis de abril de 2009 | 12:Trinta
- Registado: 07 out 2004
Os reinos da fé, de Brian A. Catlos ( Passado e Presente). A Divisão Azul, de Carlos Cavalheiro Júri (Esfera dos Livros). Nova e ampla abordagem à história da Divisão Azul, desde a tua fundação, em 1941, até a atualidade.
a mão de um historiador especializado no questão, esta obra vem a se tornar a fonte sobre isso até a data. A Divisão Azul é, sem dúvida alguma, uma das unidades militares que mais interesse tem despertado entre os historiadores e estudiosos da Segunda Guerra Mundial.
Cidadãos, de Simon Schama (tradução de Aníbal Leal Fernandes, Debate). A Revolução francesa é um dos eventos históricos que moldaram, sem nenhuma indecisão, o universo contemporâneo. E se a história daquele evento vem da mão de um escritor ou como divulgador Schama (autor de A História dos judeus) a coisa promete. Com esta obra, obteve o prêmio de NCR em não-ficção. Cidadãos não é a versão trilha de um regime morrendo de doença e falhas, no entanto o reflexo da transformação que mudou a história da Europa para todo o sempre: a passagem de homens e mulheres de “sujeitos” aos “cidadãos”.
Uma história popular do futebol, Mickaël Correia (tradução de Irene Aragão, Folha de Lata). O esporte, como as artes ou as ciências, assim como é história. O futebol é mais que um esporte: durante século e meio, tem sido um poderoso instrumento de emancipação pros trabalhadores, feministas, militantes anticolonialistas e os jovens dos bairros operários de o mundo todo.
O autor rastreia o destino daqueles que, praticando este esporte diariamente, foram eclipsados pelos galácticos da bola. Capitalismo e democracia 1756-1848. Como começou esse engano, de Josep Fontana (Crítica). Chega a obra póstuma do mestre de historiadores Josep Fontana.
