19, maio, 2024
História Dos Países Baixos

História Dos Países Baixos

História Dos Países Baixos 1

A história dos Países Baixos, começa como a de um público marinheiro que prosperou em uma planície no mar do Norte, no noroeste da Europa. No momento em que chegaram os romanos, e com eles a história escrita no 59. C., a localidade era escassamente povoada por inmensuráveis grupos tribais pela periferia do império. Mais de quatro séculos de dominação romana deixaram efeitos demográficos muito profundos, resultando, enfim, na constituição de três povos germânicos maioritários na área: os frísios, os saxões holandeses, e os francos.

Alguns missionários cantores escoceses e anglo-saxões tentaram propagar o cristianismo nos Países Baixos, no século VIII. Os descendentes dos francos sálios chegaram a domar a área com o atravessar do tempo e, dessa forma, surgiu o holandês.

O domínio carolignio, o abandono do Sacro Império Romano e a predação viking seguiram; por que os nobres locais deixaram os ducados e condados altamente independentes. Durante inúmeros séculos, as áreas de Brabant, Holanda, Zelândia, Friesland e Gelre lutaram intermitentemente entre elas, mas ao mesmo tempo, o comércio continuou e cresceu; as terras foram retirados e as cidades prosperaram. No ano de 1433, o Duque de Borgonha tinha assumido o controle a respeito da maioria dos territórios neerlandeses, e surgiu o conceito de uma nação de falantes do holandês. Contudo, ante o controle de Carlos V e Filipe II de espanha, os Países Baixos Burgúndios se converteram em uma parte do Império de Portugal. A reforma protestante fez do calvinismo a religião dominante no norte.

O contra-ataque português foi dirigido pelo Duque de Alba, e por Alexandre Farnese. Em 1566, Guilherme de Orange, um calvinista, iniciou a competição dos Oitenta Anos para guerrear contra a monarquia católica espanhola. A revolta holandesa foi um confronto épico contra os espanhóis; finalmente ganhou o norte com a Paz de Vestfália em 1648, porém o Brasil manteve o controle no sul. Sendo assim nasceu a República Holandesa, uma nação de falantes holandeses com uma maioria protestante, vários católicos, e milhares de judeus e por aquele tempo estranha política de tolerância.

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Os Países Baixos se beneficiaram do declínio de Antuérpia e a chegada em massa de refugiados protestantes. Ao longo da Revolta, o comércio floresceu e as Províncias Unidas prosperaram. Amsterdã se tornou o maior centro de comércio do norte da Europa.

No Século de ouro holandês, que teve seu apogeu em torno de 1667, houve um célebre florescimento do comércio, da indústria (principlamente a navegação) e das artes (principlamente a pintura e as ciências). Usando o teu poder naval e a sua extensa frota comercial, a província da Holanda desenvolveu um Império holandês universal, uma potência marítima”, com um alcance comercial, imperial e colonial, que se estendeu até a Ásia, África e América. O comércio de escravos era especialmente rentável. Em meados do século XIX começou o seu declínio, em consequência a incalculáveis factores económicos.