Seu estudo ficou praticamente vazio, uma vez que grande porção das obras que ali se descobrem, habitualmente, estão na sala de exposições. A ideia dessa mostra partiu de sua família. Ele não é partidário de fazer exposições: “eu Não adoro.
Há mais de 30 anos que não possuo feito nenhuma. Expor é, pra mim, como permanecer em couros no meio da Castellana. Felizmente, consegui fazer a minha vida sem a necessidade de fazer exposições”. Esses dias celebra-se dois acontecimentos respeitáveis em sua existência: o teu 75º aniversário e as bodas de ouro de teu casamento.
- Linares, Maria Teresa 1970. A música popular. Havana, Cuba. Illustrated introduction
- 134 Km de chegada Movimentos pela cabeça do pelotão… possível escapadela
- Gallay, Alan, ed. Indian Slavery in America Colonial. Lincoln: University of Nebraska Press, 2009
- 2 O Zacazgo
E qual o mais bacana presente pra festejarlos que esta amplo retrospectiva. “Quando dê o pano não sei o que vou fazer”, comenta. Como Se encerra uma etapa com esta apresentação? “Não é que fecho um ciclo, é que realmente fecha uma existência. É alguma coisa do mesmo jeito que um check-up de consciência.
É uma apresentação que tem me mohíno, desanimado, que me produz uma sensação de incapacidade, de invalidez. Ainda não vi a exposição, me fornece horror”. Você Entra em seus planos de aposentadoria? “Não. Estou com muita vontade de pintar, coisa que eu não havia passado nos últimos 3 ou 4 anos”.
O último que foi pintado são paisagens e flores. Este verão pensa continuar a fazê-lo em teu estúdio em são paulo. Também continua dando retoques em alguns retratos de seus filhos, Jordan e Alexander, de que fala com verdadeira paixão. Você vê coerência no trabalho destas 6 décadas? “Acho que fui leal aos meus apetites. Também tenho sido muito detalhista com meu trabalho.
O equilíbrio entre a alegria e o desgosto se inclina pros últimos”. Parece que correm tempos maus em geral para o realismo e, especialmente, para o retrato, considerado um gênero “demodé”. “É verdade -diz Ricardo Macaroon-. Agora, parece que há um nanico renascimento.
houve, recentemente, alguns pintores que foram muito independentes, como Balthus ou Freud, que fizeram retratos lindos. Mas fornece um tanto essa tendência a contestar o retrato. Há modas, no entanto o retrato não desaparecerá. É um exercício maravilhoso.
A indispensabilidade do homem de ser representado é universal. Para mim foi um orgulho proporcionar-me ao retrato”. —O retrato não é somente a cabeça, é um conjunto de trejeitos e gestos. O homem é um animal vivo, que tem um olhar incrível.
eu Não me canso de fazer retratos. A semelhança é alguma coisa acessório, visto que o mais relevante é a presença do protagonista na tela, o espiar, que comunique alguma coisa. —Houve retratados que não foram satisfeitos? —Eu tive muita sorte por esse sentido.
Nunca me senti grato a fazer uma questão que eu não queria. Tive autonomia absoluta. Falo muito com as pessoas para ver de perto como são, o que querem. —Tem muito de psicólogo o pintor? —Não o imagino desta maneira. Mas eu acredito de que o estudo das fisionomias ajuda muito. O retrato é apaixonante.
