Antes de completar 6 anos, Neil Young conduziu um veículo na primeira vez. Aquela malícia lhe marcaria pro resto de tua existência. Aos 25, o cantor canadense já havia possuído mais veículos do que muitos homens em toda a sua existência.
Chama a atenção o modo literário de Neil Young, dono de uma prosa descritiva e muito gráfica. Surpreende a precisão com que se lembra de alguns detalhes. E, acima de tudo, choca-se com o tom, que convida a elucubrar como é na vida real, esse ícone do rock. Mistura uma sensibilidade fora do comum, com uma frieza, às vezes, desumano. O livro tem tanta (ou mais) importância um filhote de cachorro novo que o relato de seu primeiro casamento.
Apenas um parágrafo separa um evento do outro. Para Neil Young, os cães conseguem ter o nome da cidade onde cresceu, e os carros podem ser pessoas. Colecionar automóveis não é mais do que uma extensão de si mesmo. Compra de carros de segunda mão com os que se submeteu e perde centenas de milhares de dólares e até anos inteiros tentando que um especialista de os reparar.
Mesmo que seus rendimentos tenham diminuído após a recessão da indústria fonográfica, Young foi incapaz de se desfazer de tua coleção. Nem tudo são carros no ‘Special deluxe’. Nestas páginas, o cantor deixa algumas confissões sobre tua carreira, que jamais teria dado numa entrevista.
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O espaçoso sucesso dos Beatles, em 1964, que lhe fez doar-se conta de que o grupo em que atuava ao rock’n’roll precisava de um vocalista, e decidiu tentar a tua sorte. Talvez se não tivessem existido os 4 de Liverpool, o canadense jamais tivesse se animado a localizar a tua voz. Os sentimentos desempenham um papel de personagem no livro. São lembranças arrancados do esquecimento, duros exames de concienca consigo mesmo.
Qualquer llector vai se constatar perplexo por um paradoxo: Young tem um enérgico sistema de moral a cabeça, no entanto leva a vida de um rock star. Nem o próprio autor tem gozado de boa saúde. Nossos sonhos haviam se tornado realidade: grabábamos música, cumplíamos nossos objetivos e celebrar todas e cada uma das vitórias com o entusiasmo próprio da juventude. Às vezes me obsesiono em tão alto grau com uma idéia que perco um pouco a concepção das coisas.
Foi internado no hospital Broadmoor, como um demente, no tempo em que se celebrava o teu julgamento”, acrescenta o autor de “Enciclopédia do crime e o sadismo”. Thompson é da mesma posição, porém adiciona que o criminoso foi levado até o centro, graças a que “se lhe declarou não apto pra ser julgado”.
Perturbado ou não, o que é verdade é que o nosso herói passou a ser vigiado na referida faculdade. O que aconteceu na prisão navega, até ao dia de hoje, entre a realidade e a lenda. Oficialmente, Robert e outro paciente atacaram, em 1977, com um pedófilo de Broadmoor e se trancou com ele numa célula.
