Independentemente de sua categoria social e de teu nível de renda, há uma pergunta que exercem quase todos os estrangeiros que visitam a China: Onde posso comprar falsificações? A formulação com uma careta de remorso ou com um sorriso maroto, dependendo de tua estatura moral. E buscam de tudo: bolsas, relógios, roupas e calçados. Poucas coisas mais emocionantes que ser o que parece ser um item de luxo por uma centésima porção do que custa o original.
Mas é cada vez mais complexo encontrá-los. Curiosamente, nesses mercados, a todo o momento foi custoso acompanhar a cidadãos chineses de entre os clientes. É dada a irônica conjuntura de que os estrangeiros que viajam para a China pra adquirir falsificações sempre que as pujantes classes ricas da China se movem na Europa adquirindo os produtos reais. Daí que agora sejam aqueles que mais produtos de luxo comprados em o mundo todo.
- Os cinco gols: 2-0 3-0 4-0 6-0 5-0
- três Modelos 3.1 Protótipos
- Que fosse artefato de meditadas combinações
- Em directo: Build 2016 Microsoft, a conferência anual para desenvolvedores
- Melhorar as experiências de compra personalizados
- Página 21 de vinte e sete
- 3# Agentes virtuais
Mas nem sequer todos são capazes de pagar, assim sendo que as falsificações gozam de sensacional saúde. Isso sim, de imediato mudaram-se ao ciberespaço. As plataformas de comércio eletrônico são o esconderijo notável. Mas não é nenhum segredo que estão cheias de produtos pirata: em tal grau o governo chinês como as próprias empresas estão cientes da dificuldade. “As falsificações são inevitáveis”, alegou Huang Zheng, fundador e ceo da Pinduoduo. Precisamente, essa plataforma tornou-se a última diana das autoridades chinesas, que abriram uma investigação a respeito da venda de produtos falsificados. Porque na China há 2 tipos de imitações: as que copiam o original até o último detalhe, e os produtos ‘shanzhai’, como é popular o que parece ser uma cópia, todavia não é.
Por exemplo, pouco tempo atrás têm aparecido em um centro comercial de Xangai, t-shirts de Cailun Kailan, escrita esta marca com a mesma tipografia da Calvin Klein. Também estão Baelngiaca por Balenciaga, Gncci por Gucci, e uma infinidade de marcas que seguem a esteira do mítico relógio ‘Trolex’. O defeito é que diversos freguêses não percebem a diferença -ou oferece-lhes parecido – e que essas imitações prejudicar a reputação da empresa real.
Estes produtos ‘shanzhai’ estão por toda divisão e não se escondem, em razão de é muito custoso destinar-se contra eles. Ao término e ao cabo, não são uma cópia. A dificuldade é que os avispados vendedores das falsificações, várias vezes, se escondem atrás deles para doar cópias exatas. E as plataformas reconhecem que é muito dificultoso identificá-los. Sobretudo no Taobao, o ramo C2C de Alibaba, onde centenas de milhares de vendedores comercializam milhões de produtos.
É o jogo do gato e do rato. Mas o roedor nem sempre se sai com a tua. China quer melhorar a sua proteção de propriedade intelectual já que as falsificações bem como de imediato afetam a suas próprias organizações. Como por exemplo, diretores de Xiaomi reconhecem O PAÍS que seus celulares são copiados em amplo escala, e que é muito custoso cessar com esta prática, devido aos incalculáveis fabricantes de eletrônicos encontrados pela província de Guangdong.
daí saem também os iPhone que são colocados no mercado antes mesmo de se apresentar os novos modelos. Conversamos com alguns deles, ante a circunstância de considerar o teu anonimato, pra localizar como doar esquinazo os caçadores de piratas.
“Às vezes, o que tem êxito melhor é modificar alguma coisa no nome da marca. Logo após, nas fotos não aparece nunca o logotipo. O problema é que suas ferramentas são ainda mais sofisticadas e vão assimilar esses truques”, diz um vendedor de falsificações de Zara. “Também usamos palavras-chave que estão associadas com as falsificações.
